Quem somos

Quem somos

seja bem-vindo à Zion Church!

"Não por força, nem pela violência, mas pelo Espírito Santo” é o lema da nossa igreja.

Aqui na Zion  vivemos o sobrenatural, acreditamos no poder da Palavra e buscamos viver uma vida de intimidade com Deus.

Temos como visão formar discípulos e líderes que manifestam o Reino de Deus para transformar a Terra, através do amor de Cristo, verdade da Palavra e poder do Espírito Santo.

Nós desejamos que a Zion Church seja um lugar onde você vai ser  instigado a buscar mais. Seja bem-vindo à Zion Church!

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"Não por força, nem pela violência, mas pelo Espírito Santo” é o lema da nossa igreja.

Aqui na Zion  vivemos o sobrenatural, acreditamos no poder da Palavra e buscamos viver uma vida de intimidade com Deus.

Temos como visão formar discípulos e líderes que manifestam o Reino de Deus para transformar a Terra, através do amor de Cristo, verdade da Palavra e poder do Espírito Santo.

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Nossos valores

Intimidade com Deus

Buscar a presença de Deus é algo prioritário em nossas vidas. Um estilo de vida de adoração, oração e leitura da palavra de Deus é a base para a intimidade com o nosso Deus. Manifestamos em público o que somos no secreto.

Mt 6.6  |  Sl 27.4  |  Sl 63.1-8  |  Lc 7.37-38  |  II Cor 3:18

Nossos valores

Embasamento Bíblico

Tudo o que fazemos, falamos e vivemos está alinhado aos valores, princípios da palavra de Deus, a Bíblia. Ela é a verdade absoluta e imutável que direciona nossas vidas.

II Tm 3.16-17  |  Jo 8.31-32  |  II Co 13.8  |  Hb 4.12  |  Sl 119.105  |  Mt 5.18-19

Nossos valores

Fluir no sobrenatural

Buscamos viver uma vida naturalmente sobrenatural. Como filhos de Deus sabemos que enquanto não chegarmos nos céus, devemos trazer a realidade dos céus aqui na Terra.

Mc 16.15-18  |  Zc 4.6  |  At 1.8  |  Jo 14.12  |  I Co 2.9-15  |  I Co 12.4-11  |  I Co 14.1-6

Nossos valores

Discipulado

Entendemos a importância da grande comissão e temos a responsabilidade de discipular pessoas e discipular nações. Formamos discípulos que manifestam as obras de Cristo e carregam o Seu caráter.

Mt 28.19  |  Mc 16.15  |  Gl 5.22-23  |  Jo 13.35  |  I Co 11.1

Nossos valores

Liderança

Sabemos que cada um nasceu para um tempo como este, para ocupar e influenciar sua esfera na sociedade, tendo sua liderança baseada no modelo de Jesus, que é pelo exemplo e pelo servir.

Is 2.2-3  |  Mt 20.25-28  |  Gn 1.28  |  Dt 28.13  |  Jo 13.13-17

Nossos valores

Honra

O nosso teto é o piso da próxima geração. Honramos o nosso passado e vivemos por um legado. Reconhecemos e valorizamos mais as virtudes do que os defeitos.

Ex 20.12  |  Dt 5.16  |  Sl 133.1-3  |  Rm 12.10

Nossos valores

Excelência

Fazemos o melhor com nosso tempo, talento e tesouro assim como no nosso corpo, alma e espírito, porque fazemos tudo para Deus e para a Sua glória.

Cl 3.23-24  |  Dn 5.14  |  Dn 6.3  |  Ex 31.2-6  |  Lc 16.10-13

Nossos valores

Intimidade com Deus

Buscar a presença de Deus é algo prioritário em nossas vidas. Um estilo de vida de adoração, oração e leitura da Palavra de Deus é a base para a intimidade com o nosso Deus. Manifestamos em público o que somos no secreto.

Mt 6.6  |  Sl 27.4  |  Sl 63.1-8  |  Lc 7.37-38  |  II Cor 3:18

Nossos valores

Embasamento Bíblico

Tudo o que fazemos, falamos e vivemos está alinhado aos valores, princípios da Palavra de Deus, a Bíblia. Ela é a verdade absoluta e imutável que direciona nossas vidas.

II Tm 3.16-17  |  Jo 8.31-32  |  II Co 13.8  |  Hb 4.12  |  Sl 119.105  |  Mt 5.18-19

Nossos valores

Fluir no sobrenatural

Buscamos viver uma vida naturalmente sobrenatural. Como filhos de Deus sabemos que enquanto não chegarmos nos céus, devemos trazer a realidade dos céus aqui na Terra.

Mc 16.15-18  |  Zc 4.6  |  At 1.8  |  Jo 14.12  |  I Co 2.9-15  |  I Co 12.4-11  |  I Co 14.1-6

Nossos valores

Discipulado

Entendemos a importância da grande comissão e temos a responsabilidade de discipular pessoas e discipular nações. Formamos discípulos que manifestam as obras de Cristo e carregam o Seu caráter.

Mt 28.19  |  Mc 16.15  |  Gl 5.22-23  |  Jo 13.35  |  I Co 11.1

Nossos valores

Liderança

Sabemos que cada um nasceu para um tempo como este, para ocupar e influenciar sua esfera na sociedade, tendo sua liderança baseada no modelo de Jesus, que é pelo exemplo e pelo servir.

Is 2.2-3  |  Mt 20.25-28  |  Gn 1.28  |  Dt 28.13  |  Jo 13.13-17

Nossos valores

Honra

O nosso teto é o piso da próxima geração. Honramos o nosso passado e vivemos por um legado. Reconhecemos e valorizamos mais as virtudes do que os defeitos.

Ex 20.12  |  Dt 5.16  |  Sl 133.1-3  |  Rm 12.10

Nossos valores

Excelência

Fazemos o melhor com nosso tempo, talento e tesouro assim como no nosso corpo, alma e espírito, porque fazemos tudo para Deus e para a Sua glória.

Cl 3.23-24  |  Dn 5.14  |  Dn 6.3  |  Ex 31.2-6  |  Lc 16.10-13

Visão

Formar discípulos e líderes que manifestam o Reino de Deus para transformar a Terra, através do amor de Cristo, verdade da Palavra e poder do Espírito Santo.

Perguntas Frequentes - Apostolado e Episcopado

Grupo composto pelos 12 apóstolos originais (com Matias assumindo o lugar de Judas, o traidor, como está escrito em Atos 1:15-26) e com a adição de Paulo, como um "nascido fora de tempo" (1 Coríntios 15:7-8).

Os apóstolos fundacionais receberam de maneira única a doutrina diretamente de Cristo e foram responsáveis por lançar o fundamento da Igreja (Efésios 2:20) e pelo cânon das Escrituras, que agora está encerrado.

Porém, enquanto existem os apóstolos fundacionais, também existe a função apostólica. Biblicamente, esta pode ser descrita por meio das seguintes características:

  • Plantação e Supervisão de Novas Igrejas (1 Co 3:6-10; At 14:21-23; 2 Co 11:28)
  • Propagação e Proteção da Doutrina dos Apóstolos (At 2:42; Gl 1:8-9; 2 Tm 3:16)
  • Formação de Líderes (2 Tm 2:2; Tt 1:5; At 16:1-3; 1 Co 4:15-17)
  • Envio missionário (At 13:1-4; Rm 10:15; At 14:26-28)
  • Desbravamento pioneiro de novos campos, que inevitavelmente acarreta oposição e perseguição (Rm 15:20; 1 Co 16:9; 2 Co 11:23-28)
  • Operação de Sinais e Maravilhas (At 2:43; At 5:12; 2 Co 12:12)

Não existem mais apóstolos fundacionais, pois não há mais ninguém que tenha recebido doutrina diretamente de Cristo e possa acrescentar ao cânon.

Embora os apóstolos fundacionais já não existam, o ministério apostólico permanece ativo na Igreja. De acordo com Efésios 4:11-13, as funções de apóstolo, profeta, evangelista, pastor e mestre foram concedidos à Igreja até que seja alcançada a maturidade descrita no versículo 13.

Portanto, o ministério apostólico continua sendo essencial para a expansão, a saúde e a eficácia do Corpo de Cristo.

A função apostólica é fundamental para a expansão e efetividade da Igreja, uma vez que o apostólico impulsiona o Corpo de Cristo, de forma estratégica, ao cumprimento da Grande Comissão, plantando igrejas, formando líderes e levando o Reino de Deus a lugares onde ele ainda não foi manifesto.

Historicamente e biblicamente, esse ministério apostólico encontra expressão no cargo do bispo. (1 Timóteo 3:1; Tito 1:5-9)

A palavra original usada para "Bispo" é a palavra grega Episkopos, que é um termo também usado secularmente, que carrega o significado de "supervisor", "aquele que olha de cima com responsabilidade".

Portanto, o bispo carrega a responsabilidade pelo governo, pela integridade doutrinária e pela multiplicação de liderança para além da igreja local.

A razão está diretamente documentada nos escritos dos Pais Patrísticos e na tradição da Igreja histórica. Os Pais da Igreja Primitiva afirmam que os apóstolos confiaram sua autoridade e ministério aos bispos, não por meio de títulos apostólicos autoconferidos, mas por meio de ordenações reconhecidas.

Clemente de Roma (c. 95-96 d.C.) - Registra em carta à Igreja de Corinto (1 Clemente 42-44) que os próprios apóstolos fundacionais instituíram bispos como aqueles que deveriam transmitir e carregar suas funções apostólicas.
Irineu de Lyon (c. 130-202 d.C.) - Argumenta que os apóstolos confiaram aos bispos seus próprios lugares de governo (Contra as Heresias III.3.1).
Tertuliano (c. 155-240 d.C.) - Afirma que a função apostólica foi transmitida pela ordenação episcopal, não preservada como um cargo autointitulado (De Praescriptione Haereticorum, cap. 32).
O Didaquê (c. 80-120 d.C.) - Evidência histórica de que o episcopado emergiu organicamente do campo ministerial mais amplo, com função importante no governo da Igreja desde o princípio.

O episcopado antecede as estruturas denominacionais posteriores e está enraizado nas Escrituras (At 20:28; Fp 1:1; 1 Tm 3; Tt 1) e na prática da Igreja primitiva, estabelecido como meio de preservar a doutrina, a unidade e a continuidade após a era dos apóstolos fundacionais.

A Igreja Primitiva não era "católica romana", "ortodoxa" ou "anglicana", pois essas distinções ainda não existiam. Desde o Novo Testamento, o episcopado já estava sendo estabelecido nos principais centros do Cristianismo - muito antes de qualquer diferenciação confessional.

Portanto, a função episcopal antecede a Igreja Católica. A Igreja Apostólica Católica Romana como estrutura institucional centralizada se consolida a partir do século IV, especialmente após Constantino (313 d.C.). O episcopado, porém, já aparece:

  • Filipenses 1:1 - Paulo saúda "bispos e diáconos" em ~62 d.C.
  • Atos 20:28 - constituição de bispos para governar a Igreja em ~57 d.C.
  • 1 Timóteo 3 e Tito 1 - requisitos para bispos em ~65 d.C.
  • Didaquê - eleição de bispos pelas comunidades em ~80-120 d.C.
  • Clemente de Roma - sucessão episcopal documentada em ~95 d.C.

Nos dias de hoje, o episcopado continua presente em meio à Igreja Protestante. O episcopado protestante não é uniforme, mas está vivo, crescendo e sendo adotado por muitas denominações como forma legítima e bíblica de estruturar a liderança da Igreja.

O ministério apostólico existia sim na Igreja Primitiva e continua operando nos dias de hoje. Porém, não há evidência histórica de que a Igreja Primitiva criou uma cerimônia de "ordenação ao apostolado" como cargo institucional paralelo ao episcopado.

O crescimento recente de ordenações apostólicas pode ser rastreado ao que ficou conhecido como "Nova Reforma Apostólica", um movimento que surgiu na década de 90. Esse movimento identificou que estavam surgindo igrejas lideradas por líderes apostólicos, que tendiam a crescer mais e a caminharem de forma mais estratégica para o cumprimento da Grande Comissão.

Este movimento cumpriu um papel benéfico de restaurar a consciência da importância da função apostólica no Corpo de Cristo. Porém, não existe precedente histórico claro para ordenações apostólicas funcionando paralelamente ao episcopado na Igreja primitiva.

Portanto, o modelo episcopal é compreendido como a forma mais consistente, tanto biblicamente quanto historicamente, de reconhecer e governar o ministério apostólico nos dias atuais. Isso não nega a realidade do ministério apostólico, mas o localiza dentro da estrutura permanente do episcopado.

Isso não significa que não reconhecemos a função apostólica daqueles que foram ordenados com o título de apóstolo. Nós apenas entendemos a governança eclesiástica de forma diferente, mais conectada à tradição da Igreja Primitiva.

A função apostólica, como descrita no ponto 2 ("Função Apostólica") acima.

Critérios bíblicos para um Bispo (1 Tm 3:2-7; Tt 1:7-9)

  • Irrepreensível
  • Marido de uma só mulher
  • Vigilante
  • Sóbrio
  • Honesto
  • Hospitaleiro
  • Apto para ensinar
  • Não apegado ao vinho
  • Não violento
  • Amável
  • Pacífico
  • Não cobiçoso
  • Não avarento
  • Que governe bem sua própria casa
  • Não neófito
  • Que tenha bom testemunho
  • Ser consagrado

Reconhecimento do chamado apostólico.

À medida que a Igreja avançou além dos apóstolos fundacionais, a função apostólica foi reconhecida em homens que já a exerciam, e a Igreja desenvolveu a prática de ordenar bispos como forma de preservar o governo, a doutrina e a continuidade apostólica.

O chamado não é criado pela ordenação, porém a imposição de mãos faz mais do que simplesmente reconhecê-lo. Seguindo o padrão apostólico, a ordenação tanto confirma o chamado quanto confere o ofício. (1 Tm 4:14; 2 Tm 1:6)

A ordenação episcopal serve a vários propósitos:

a) Reconhecimento de um ministério bíblico (1 Tm 3:1-2; At 20:28)
A ordenação episcopal reconhece publicamente uma função estabelecida nas Escrituras. Ela não cria o chamado, mas confirma diante da Igreja aquilo que Deus já formou na vida do ministro.

b) Prática da Igreja de Cristo desde o término da era apostólica (2 Tm 2:2; Tt 1:5)
Após os apóstolos, a Igreja Primitiva passou a estabelecer bispos como forma de preservar a doutrina, a unidade e o governo. Essa prática é confirmada por líderes históricos como Clemente e Cipriano.

c) Estabelece ordem e autoridade espiritual (1 Co 14:33; Hb 13:17)
A ordenação estabelece autoridade espiritual para cuidar, dirigir e proteger a Igreja, evitando confusão e promovendo crescimento saudável.

d) Traz reconhecimento público e responsabilidade (At 6:3-6; At 13:2-3)
A ordenação torna visível o chamado do ministro diante da comunidade, estabelecendo tanto autoridade quanto responsabilidade - um compromisso público de servir com fidelidade e integridade.

e) Protege a Igreja através de liderança madura (1 Tm 3:2-7; Tt 1:7-9)
A ordenação garante que a liderança seja formada por pessoas maduras e aprovadas, conforme os critérios bíblicos, protegendo a Igreja de erros, abusos e escândalos.

A ordenação episcopal é um ato público realizado por figuras de autoridade da Igreja de Cristo, que reconhecem a função apostólica na vida do ministro. (1 Tm 4:14; At 13:2-3)

Base Histórica: Os apóstolos estabeleceram líderes aprovados e deram instruções para a continuidade do ministério. (Clemente de Roma 42-44)

Seguindo a tradição da Igreja Primitiva, a solenidade pede que o ministro ordenado use vestimentas específicas e passe por uma cerimônia de unção com óleo e imposição de mãos. (At 13:3)

Base Histórica: Tradição Apostólica, capítulos 2-4 de Hipólito de Roma, destacam a liturgia da ordenação episcopal.

Durante essa cerimônia, haverá também um momento de oração e profecia sobre a vida do ministro, em que ele será abençoado e comissionado para essa nova etapa ministerial. (1 Tm 4:14)

Finalmente, a ordenação será reconhecida não apenas por líderes, mas por toda a comunidade de fé. (Hb 13:17)

Base Histórica: Epístolas 55, 67 e 68 de Cipriano de Cartago (Séc. II).

A ordenação episcopal do Pr. Teófilo Hayashi não ocorre de maneira isolada, improvisada ou desconectada da historicidade da Igreja. Ela será conduzida dentro da tradição e da sucessão ministerial da International Communion of Charismatic Churches (ICCC), uma comunhão episcopal internacional formada por líderes pentecostais e carismáticos comprometidos com a continuidade da função apostólica, a unidade da Igreja e a preservação da fé histórica cristã.

Essa conexão é importante porque a Igreja, desde seus primeiros séculos, sempre compreendeu que o ministério não pertence ao indivíduo de maneira autônoma. O chamado vem de Deus, mas seu reconhecimento acontece dentro da vida do Corpo de Cristo, através de transmissão, responsabilidade e comunhão eclesiástica. (At 13:1-3; 1 Tm 4:14; 2 Tm 1:6)

Não. A Zion Church não está ingressando em uma denominação. O que acontece é fundamentalmente diferente. A ICCC é, por definição própria, uma comunhão - um encontro de líderes cristãos globais para diálogo e clareza, não uma estrutura denominacional com autoridade sobre suas igrejas-membro.

A própria ICCC afirma que os dons e chamados dentro de sua estrutura "não são hierárquicos, mas funcionais".

Uma denominação governa. Uma comunhão reconhece. A ICCC não tem autoridade sobre a doutrina, as finanças, a liderança ou as decisões da Zion Church. Ela existe para conectar líderes ao redor do mundo e foi nesse contexto que reconheceu e atestou a ordenação do Pr. Teófilo. Nossa casa continua sendo a Zion Church.

Não. Na maneira como vemos governança dentro da Igreja, o bispo não possui autoridade absoluta, mas permanece responsável dentro das estruturas eclesiásticas e da colegialidade de seus colegas no episcopado.

A posição episcopal deve ser enxergada como uma oportunidade de servir ao Corpo de Cristo de maneira ainda mais efetiva, e não como um mero título.

A ordenação episcopal do Pr. Teófilo Hayashi não altera a estrutura de cobertura e prestação de contas da Zion Church. O Conselho da Zion Church permanece como a autoridade pastoral e governamental da nossa igreja, como sempre foi.

O Conselho não é uma formalidade administrativa. Ele é a expressão concreta do princípio bíblico de que liderança saudável exige pluralidade, prestação de contas e proteção mútua. É dentro do Conselho que as decisões são tomadas, as doutrinas são guardadas, e a visão da Zion Church é discernida e sustentada coletivamente.

A ordenação episcopal não impõe um novo rito, um novo formato de culto, ou uma nova estrutura litúrgica à Zion Church. A identidade carismática, a cultura de adoração, e a forma dos cultos permanecem as mesmas.

Não. Isso não significa que não reconhecemos a função apostólica daqueles que foram ordenados com o título de apóstolo. Nós apenas entendemos a governança eclesiástica de forma diferente, priorizando a ordenação episcopal, que ao nosso ver está mais conectada à tradição da Igreja Primitiva.

Não. A igreja permanece com uma doutrina pentecostal, uma vivência carismática e pertencendo a uma família avivada, afirmando a continuidade dos dons ministeriais de Efésios 4:11.

Abraçar o episcopado não significa suavizar essa convicção, mas aprofundá-la, recuperando dentro de nossa tradição aquilo que a Igreja primitiva recebeu como a forma apostólica de governo do Corpo de Cristo.

seja bem-vindo à Zion Church!

"Não por força, nem pela violência, mas pelo Espírito Santo” é o lema da nossa igreja.

Aqui na Zion  vivemos o sobrenatural, acreditamos no poder da Palavra e buscamos viver uma vida de intimidade com Deus.

Temos como visão formar discípulos e líderes que manifestam o Reino de Deus para transformar a Terra, através do amor de Cristo, verdade da Palavra e poder do Espírito Santo.

Nós desejamos que a Zion Church seja um lugar onde você vai ser  instigado a buscar mais. Seja bem-vindo à Zion Church!